domingo, abril 09, 2006

Coisas do Pará

Além de ser um esporte fantástico, o Pólo Aquático tem como interessante característica o fato de reunir uma quantidade infinita de figuraças. Ontem eu me diverti ouvindo pelo Skype as histórias do Guilherme Sari, de Brasília, das loucuras que os caras já fizeram apenas pra poder jogar.

Um dos "causos" do Sari tinha como protagonista o Pará. Ele contou que o goleiro da seleção estava na capital para fazer prova para algum concurso, quando numa lanchonete ouviu a rapaziada comentando algo sobre Pólo Aquático. O Pará se aproximou e já marcou um treino pro dia seguinte em pleno meio da semana. A galera se telefonou, mas nem todos puderam comparecer na hora do almoço.

O Sari foi. Ele, mais uns dois ou três e o Pará. A galera meteu uma trave de bambu dentro do lago e o Pará ficou duas horas pegando chute da galera. Como pro Pará fazer amigos não é tarefa nada difícil e a galera de Brasília é muito gente fina, o grupo formou na hora pra outras paradas.

"O cara veio jogar o torneio da Chapada duas vezes, trouxe outros jogadores de alto nível, a galera acampou toda junto, quando teve um torneio de master no Rio, abriu a casa pra todo mundo, o Pará não existe, é um cara sensacional", resumiu Sari.

A foto, retirada do site da CBDA, é de Sátiro Sodré.

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