terça-feira, maio 22, 2007

Leia e aprenda

A introdução da entrevista com Nicola Stamenic é de autoria de Michel Vieira. Divirta-se.

Fala Hélcio,

Só para colocar a entrevista num contexto, de 1984 a 1991, a seleção iugoslava praticamente ganhou todas competições das quais participou. Isso durou até a guerra que destroçou o país. Após 4 anos sem competir, a Iugoslávia, já separada da Croácia mandou uma equipe a Universíade de Fukuoka em 1995. Dá para imaginar a surpresa do mundo inteiro quando os iugoslavos levaram a medalha de ouro. A primeira vez que encontrei o time iugoslavo adulto numa competição foi no pré-olímpico de Berlim em 1996. Não há como negar que minha primeira impressão desse time foi bem diferente da que eu tive através da televisão. O time iugoslavo consistia de um bando de garotos que mais parecia saído de um cursinho pré-vestibular. Os únicos jogadores remanescentes da antiga equipe eram o Milanovic e o goleiro Sostar.


Mas o que me impressionou foi o alto grau de obediência tática desse time. Eles tinham um sistema de jogo muito poderoso e eram completamente fiéis a ele ganhando com folga esse pré-olímpico, batendo a Grécia na final. Só a título de informação; cada jogador grego que participou desse pré-olímpico ganhou US$ 20.000 mais uma franquia de loja lotérica pela classificação. Voltando ao assunto, essa entrevista aconteceu mais ou menos no começo de 2000. Nicola Stamenic sucedeu Ratko Rudic como técnico da antiga Iugoslávia em 1989, permanecendo nessa posição até 2001. Alguns dos seus títulos incluem ouro na Copa Fina em 1989, ouro nos Goodwill Games em 1990, campeão mundial em 1990 e campeão europeu em 1991.


Ioguslávia de Stamenic na final mundial contra Espanha - 1991


Essa entrevista foi concedida por volta de 2000 a Bruce Wigo, na época diretor executivo da USA Water Polo.

Espero que seja útil não só aos técnicos do Brasil terem acesso a mente de um técnico campeão do mundo mas também aos atletas brasileiros, que terão uma boa idéia da necessidade e importância de jogar em equipe.

A versão original em inglês tá no site: http://www.swimmingcoach.org/articles/9803/9803_4.htm

Nicola Stamenic:

Bruce Wigo – Uma das grandes virtudes da Iugoslávia é o homem-a-menos (HA-). Nesse último Europeu você permitiu aos húngaros um único gol de homem-a-mais (HA+) de 13 tentativas. Você pode nos dizer como conseguiu ser tão bem-sucedido contra os húngaros?

Nicola Stamenic - Bem , na verdade, não permitimos nenhum gol de HA+. O gol deles veio quando eles estavam com 2 HA+. Mas sendo sincero, é uma questão difícil de responder.

BW- É segredo?

NS - Não! Acredito que seja necessário somente ter bons técnicos. É bom para o esporte. Se existe um segredo, é que demora 10 anos ou mais para desenvolver jogadores capazes de desempenhar uma boa defesa. Esse é o segredo.

BW – Mas o que seria então uma boa defesa? Seria mirar em jogadores como Tibor Benedek (que alguns consideram o jogador mais perigoso do mundo em um HA+) ? Nessa final sua estratégia foi pressionar ele para que ele não finalizasse?

NS – Em primeiro lugar, é preciso entender que uma boa defesa só é possível quando os jogadores como os quais você está trabalhando tem fortes fundamentos defensivos. Não se constrói um arranha-céu sem uma fundação sólida, aço resistente e um bom material. O técnico é o engenheiro e os jogadores não são somente o material, mas ao mesmo tempo, operários e mestres-de-obras. Então, os jogadores precisam ser inteligentes e capazes de entender o plano de obras. O técnico seleciona o material e precisa garantir que ele vai satisfazer as exigências da estrutura. Se um vento forte vem e derruba a estrutura, a culpa é do engenheiro.

BW – Você poderia ser um pouquinho mais especifico?

NS - Como eu disse antes, sou formado em engenharia mecânica e provavelmente vejo as coisas de um ponto de vista diferente dos outros técnicos. Eu vejo as coisas do ponto de vista de um engenheiro. Eu lhe disse que sua questão era difícil então lhe peço para me permitir responder as coisas à minha maneira.

BW – Por favor, continue.

NS – Praticamente todos os países empregam estruturas similares de HA+ e HA-. O ataque usa uma estrutura 4-2 e a defesa usa uma marcação por zona 3-2. É a qualidade do material e a maneira como o 3-2 é construído que faz a diferença. Os jogadores tem que ótimos fundamentos. Devem ser capazes de entender as responsabilidades de cada posição defensiva e as possibilidades que podem ser criadas por cada posição ofensiva. Devem também entender que é o trabalho de equipe que vai permitir a eles barrar o avanço adversário. Em Sevilha, não encarávamos Benedek com um jogador chave, mas obviamente sabíamos a posição na qual ele jogava e do que ele era capaz. Mas de maneira nenhuma mudamos a estrutura do nosso sistema por causa dele.

O sistema não marca Benedek; marca um individuo com qualidades biomecânicas únicas que cria determinadas oportunidades e possibilidades para o HA+ húngaro. A singularidade de cada time, criada pela soma das diferentes biomecânicas de cada jogador é o meu foco como treinador e o que espero que meus jogadores também sejam capazes de perceber. Não se pode destruir um prédio e no dia seguinte colocá-lo em pé de novo. Um bom sistema irá se adaptar e encontrar soluções para os problemas criados por cada oponente.

BW – Então o segredo é observar o outro time?

NS – Isso é essencial. Mas você tem que entender o que você vê. O que faz um time mais bem-sucedido do que outro? Porque alguns jogadores marcam mais gols do que outros? Acredito que a resposta está na biomecânica do jogador. Qual a posição do corpo dele na água? Ele chuta em posição horizontal ou vertical? Qual o seu movimento de chute? É por cima da cabeça? ¾ do movimento? Lateral? Ele se move para a direita quando chuta? Ou para a esquerda? Como ele evita o defensor quando chuta? Qual a variedade de chutes que ele apresenta? Marcando tantos gols, é culpa mais do defesa ou do goleiro?

Assim que você for capaz de responder essas questões, então você pode decidir a melhor maneira de armar sua defesa. Como posicionar cada jogador? Qual braço levantar? Atacar a bola ou o braço do atacante? Levantar um ou dois braços? Esse tipo de informação é que você precisa saber e comunicar ao seu time. Se o goleiro e os defensores sabem ler a biomecânica do chutador e reconhecer as tendências de chute deste assim que o virem, e souberem reagir corretamente; eles podem razoavelmente prever quando e aonde o chute será efetuado e ter uma chance razoável de bloquear esse chute. No vídeo “Ball Handling Skills” do Farago, ele diz que o goleiro jamais conseguirá ser mais esperto que um chutador. Eu não concordo com isso.

BW – eu acho que ele disse isso no sentido de que o chutador deve ser confiante.

NS – Eu entendo mas não concordo com esse pensamento. Primeiro, isso enfatiza o individual sobre a equipe. Você não precisa de chutadores espertos se o time for capaz de levar a bola ao jogador melhor colocado para marcar um gol. Segundo isso ignora o fato de que o goleiro pode analisar a biomecânica e estudar a tendência de chute do chutador. Dessa maneira, acredito que o goleiro pode ser mais esperto. Muitas vezes eu vejo um jogador que pensa q é mais esperto que o goleiro e freqüentemente o goleiro defende o chute desse jogador.

BW – você não gostou da fita do Farago?

Não é isso. Eu a acho fantástica e necessária para os jogadores jovens. Ao contrário dos esportes de terra, como futebol e basquete, o pólo aquático tem tempo de treinamento limitado e após 2 horas de treino você está fora da piscina. Você não consegue atravessar a rua e bater uma bola com os amigos como nos outros esportes. Grandes jogadores não se tornam grandes durante o treino. Tornam-se grandes treinando fora do horário normal de treino. A fita do Farago é ótima porque mostra a importância disso e como treinar fora do horário normal de treino. Jogadores têm que treinar fora do horário de treino. Existem algumas técnicas que eu ensino de maneira diferente e ele ensina da maneira dele, mas não há duvida do grande jogador que ele foi.

BW – se você não se importar eu gostaria de voltar ao HA-. O quão importante são as estatísticas por jogador e da equipe inteira quando você observa uma equipe?

NS - Estatísticas podem lhe dizer o que aconteceu, mas não dizem o porque de algo ter acontecido. Porque coisas acontecem é o mais importante. Assim que descobrir porque as coisas acontecem, é possível pensar numa estratégia para mudar as estatísticas a seu favor. Estatísticas após você ter colocado sua estratégia em ação é que contam. São elas que irão confirmar o sucesso da sua tática e estratégia. Por exemplo, digamos que você vai jogar com um time que normalmente converte 40% dos HA+. Você analisa as combinações e possibilidades desse HA+ e estuda a biomecânica de cada atacante. Então você monta uma estratégia para reduzir a taxa de acerto desse HA+. Se a taxa de acerto cai para 20%, essa estatística confirma que sua estratégia foi eficiente e você provavelmente ganha o jogo. Se você consegue que o outro time não marque nenhum gol de HA+, sua estratégia foi perfeita. Perfeição deve ser sempre a meta, mesmo que você saiba que jamais vai atingi-la.

BW – Mas estatisticamente falando, você atingiu a perfeição em Sevilha.

NS - Estatisticamente, em uma categoria aconteceu uma confirmação numérica da perfeição, mas nossa defesa esteve longe de ser perfeita. E o resultado final foi que nós perdemos o jogo (a final do europeu de Sevilha em 1997 foi Hungria 3x2 Iugoslávia). Isso é perfeição? No final; a estatística mais importante e a única que conta, é o placar final da partida.

BW - Você coloca muita ênfase no Sistema. Você poderia falar um pouco mais disso?

NS - O Sistema é simplesmente tudo. Pólo aquático é um esporte de equipe no qual os jogadores são interdependentes. É possível que você tenha um jogador no time que seja o mais hábil e talentoso do mundo, mas se ele não joga de acordo com o sistema – se as ações dele são imprevisíveis para os seus companheiros de time, o sistema irá falhar e o time fatalmente irá perder. Quando jogador, eu me achava muito acima da média e ao mesmo tempo desprezado e sub-valorizado pelo meu treinador. Eu não gostava do meu treinador por ele nunca ter reconhecido meu talento. Mas a culpa foi minha, porque como jogador, eu não fui capaz de reconhecer a importância de um sistema. Esse treinador se chamava Vlacho Orlic, o qual eu hoje considero a mente mais brilhante no mundo do pólo aquático. Um verdadeiro gênio

BW – O Sr. Orlic está aqui. Qual a função dele?

NS – ele age como um conselheiro para o time

BW – como se fosse um mentor?

NS – Sim. Como eu disse antes, ele é um gênio. Ele se tornou famoso como técnico do Partizan, equipe 6x campeão da Europa. Também foi técnico do time olímpico em 1972 e 1976. ele é responsável pelo sucesso do pólo aquático iugoslavo e foi também o mentor de Rudic, Silic e de muitos outros grandes técnicos.

BW - Você poderia falar um pouco mais dele?

N - Orlic é da histórica cidade portuária de Dubrovnik, Croácia. O fato de ser croata de maneira nenhuma mudou seu status na federação iugoslava de pólo aquático. Ao mesmo tempo, isso não faz com que ele tenha inimigos na Croácia. Ele está acima de qualquer política. Pólo aquático tem sido sua vida; e em suas próprias palavras, sua religião. Ele é formado em medicina, mas nunca praticou medicina tendo sido sempre treinador.

Após terminar minha carreira como jogador, fui convidado por ele para ser técnico da escolinha. Ele está em constante procura por bons técnicos e eu fui um dos muitos q ele recrutou. Ele seleciona aqueles com maior potencial para serem técnicos do júnior dos clubes e da seleção. Para garantir sucesso continuado, ele acredita que devam existir renovação e material humano disponível, tanto de técnicos como de jogadores. Ele é agora técnico do Becej e levou o time ao Final-Four do europeu ano passado (Nota: o Becej foi campeão europeu de 2000, poucas semanas depois dessa entrevista). Ele está procurando alguém para me substituir depois das Olimpíadas de Sidney e eu conheço e entendo seu sistema. Ele disse ainda não ter encontrado a pessoa, mas quando encontrá-la, eu sei que será a minha hora de sair da seleção.

BW – Eu gostaria de falar com ele. Sr Orlic, o que faz de Stamenic um grande técnico?

Orlic: Poucos técnicos trabalham de acordo com as regras ditadas por uma ciência. Ele é um dos poucos técnicos que conheci que tem um diploma universitário e que trabalhou no seu ramo. Ele é um engenheiro e essa experiência como engenheiro lhe deu uma base especial para olhar para o pólo aquático e analisar habilidades individuais. O motivo de ele dar tanta ênfase aos fundamentos é que ele sabe que precisa escolher os melhores tijolos pra sua construção. Ele é sem dúvida, o melhor técnico do mundo quando se trata de entender e ensinar fundamentos e táticas individuais.

BW – foi esse o motivo que o levou a convidá-lo a ser técnico 20 anos atrás?

VO – Não… ele foi um de vários jovens técnicos. É muito mais difícil encontrar bons treinadores do que bons jogadores. O treinador não tem que ser somente um homem de conhecimento, mas precisa também ser um homem de personalidade. Ele deve ser capaz de liderar e ganhar a confiança das pessoas que trabalham com ele. São necessários muitos anos para saber se uma pessoa reúne essas qualidades e para isso, tem-se que escolher muitos jovens técnicos, e ele foi um dos escolhidos.

BW – como foi seu progresso?

VO – ao fim da sua carreira ele já era jogador e treinador de um de nossos clubes. Assim que se aposentou como jogador, ele começou sua carreira profissional mas continuou com o pólo aquático trabalhando com jogadores muito, muito novos. Eu o observei desenvolver esse grupo por 5 anos e ficou óbvio para mim que ele tinha talento e que estava pronto pro próximo passo. Ele então assumiu um cargo administrativo na seleção infanto-juvenil e eu o trouxe para trabalhar comigo no Partizan. Por um ano, ele ficou somente observando como as coisas funcionavam e desempenhando tarefas administrativas. Em 1986, eu finalmente cheguei á conclusão de que ele seria nosso próximo técnico de seleção.

BW – Stamenic, você poderia me dizer como vocês interagem? Por exemplo se você discorda de algo que algo que Orlic lhe mande fazer, o que acontece?

BW – Como dito antes, considero Orlic um gênio não só no âmbito do pólo aquático. Ele trabalha como consultor para outros esportes em nosso país e até para o governo. Ele possui uma perspectiva única; diferente, de ver as coisas. Ele nunca me diz o que fazer. Ele apenas apresenta as coisas de uma maneira que faz com que venhamos a discutir o assunto e me faz pensar a respeito. Jamais é algo como “faça isso ou faça aquilo”. Nós colaboramos um com o outro e nem sempre concordamos em tudo mas o que quer que ele diga me faz parar para pensar no que ele falou. A sua presença é sempre bem-vinda e útil.

BW – A confiança tem que existir.

NS - Com certeza. Mais do que qualquer coisa, Orlic é uma pessoa ética. Não existem dúvidas quanto aos seus motivos, honestidade ou integridade. Tudo que ele faz tem como finalidade o bem do esporte pólo aquático.

BW – Stamenic, uma última pergunta. Vocês dois dão muita ênfase aos fundamentos. Existe alguma filosofia de ensino especial que você use? Como você aborda o ensino de fundamentos no treino?

NS – Muitos anos atrás, quando ainda era garoto, eu queria aprender a brincar com 3 bolas no ar ao mesmo tempo e queria ver quanto tempo isso me tomaria. Então eu peguei um relógio e 3 bolas e vi que precisei de 35 minutos para aprender isso. Alguns anos atrás eu queria provar algo a respeito de aprendizado. Eu disse a meus atletas que todos poderiam aprender a mesma coisa em 30 a 40 minutos de treino. Alguns quiseram desistir após 10 minutos mas eu os encorajei a continuar tentando. Todos aprenderam a técnica no tempo proposto. O que isso tem a ver com sua questão? Acredito que exista um período ou quantidade média de tempo estatisticamente comprovada para que os atletas possam aprender um as habilidades necessárias para praticar um esporte.

Algumas habilidades talvez precisem de somente uma hora, outras um ano, mas não existem atalhos. As habilidades individuais são as mais fáceis de aprender enquanto jogar em equipe demora mais tempo. Tem que haver um progresso - um sistema - de um tijolo sobre o outro. Deve-se planejar como se usar o tempo. Não se pode construir o quarto andar antes do terceiro.

BW - Então você sempre trabalha fundamentos durante o treino?

NS – Ao nível de seleção, os jogadores devem já ter aprendido os fundamentos porque estamos trabalhando no topo da cadeia. Mas sempre há espaço para tentar melhorar. 15 anos atrás eu comecei a praticar Aikidô e a filosofia dessa arte marcial tem influenciado minha vida e filosofia de treinamento de muitas maneiras. É interessante notar que aqueles lutadores mais graduados (faixas-pretas) sempre separam um tempo nas técnicas mais básicas, aquelas que se aprende no primeiro dia de aula. Eles fazem isso porque entendem que a posição do corpo e movimentos básicos são a chave para os movimentos mais avançados e que por mais anos que eles levem praticando isso, eles não conseguirão atingir a perfeição nesses movimentos. É claro que pode parecer perfeito para mim e para você, mas eles sabem que não é perfeito. De acordo com o Aikidô, a perfeição é um conceito idealizado que jamais será atingido. Somos seres humanos e jamais seremos perfeitos, mas é treinando com o ideal de chegar o mais próximo possível da perfeição, que lutadores se tornam grandes lutadores e equipes de pólo aquático se tornam grandes equipes de pólo aquático. Então nós treinamos os fundamentos às vezes somente para mostrar a importância disso nos conceitos técnicos e táticos mais avançados.

Existe algo mais que você tenha aprendido do Aikidô?

Outra coisa a respeito do Aikidô que tem sido muito útil para mim como treinador é o conceito de usar a força do seu adversário para sua própria vantagem. Esses princípios são especialmente úteis ao pólo aquático na posição de centro. É muito difícil usar força contra força, mas se o jogador sabe como usar a pressão e a força contrária para defender a vantagem adquirida, se tornará um jogador muito melhor. Eu acho esse conhecimento essencial e expomos nossos jogadores ao Aikidô para que entendam isso. Fora isso, o Aikidô me ensinou o conceito de pontos de contato.

BW – Pontos de contato?

NS – Por exemplo, a defesa Aikidô contra os golpes Yokomun é muito interessante. O golpe Yokomun é muito parecido com um passe ou um chute. Quando o movimento do golpe começa, o defensor se move em direção ao atacante e ataca diretamente o braço num ponto fraco. No pólo aquático, o chute ou passe pode ser atrapalhado. Levante seu braço para fazer um passe (nesse momento, ele ataca diretamente o meu bíceps e cotovelo). No pólo aquático, defensores freqüentemente tentam alcançar a bola quando eles deveriam atacar o braço que está mais fácil de ser atingido por estar mais próximo do corpo.

BW – bem, gostaria de agradecer ambos e espero que estejam gostando da visita.

NS – Estamos adorando. Muito obrigado.

1 Comments:

Blogger chapada 2007 said...

CAramba
muiiito bacana essa entrevista hhein?
Parabens meu cumpadre

abracao

22 maio, 2007  

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